Igreja Papa

Apoie a Correção Filial direcionada ao papa Francisco

Escrito por Mateus

Por FratresInUnum.com – 26 de setembro de 2017

Durante o recente Ano da Misericórdia, Papa Francisco nos convidava a praticar as obras de misericórdia, dentre as quais está “corrigir os que erram”. Pois bem, chegou a hora de praticá-la. Já não é mais possível negar o evidente. A confusão doutrinal causada pela Exortação Amoris Laetitia está dilacerando a Igreja. Conferências Episcopais ensinam coisas contraditórias, defendem ideias opostas e o clima de desorientação resultante torna-se cada dia mais insuportável. Nas palavras do finado Cardeal Caffarra, ‹‹ sucede assim – oh, e quão doloroso é vê-lo! – que o que é pecado na Polônia é bom na Alemanha, o que é proibido na Arquidiocese de Filadélfia é lícito em Malta, e assim por diante. Vem-nos à mente a amarga constatação de B. Pascal: “Justiça do lado de cá dos Pirenéus, injustiça do lado de lá; justiça na margem esquerda do rio, injustiça na margem direita” ››.

Quatro cardeais apresentaram ao Papa há cerca de um ano cinco dubia referentes à interpretação autêntica da Exortação Apostólica. Francisco nada respondeu.

Agora, um grupo de católicos notáveis resolveu quebrar a espiral do silêncio e resgatou um uso legitimamente aplicado na história da Igreja: uma correção filial ao Romano Pontífice.

A última vez que tal fato aconteceu foi em 1333, quando o Papa João XXII foi instado pelos fiéis mais doutos a se retratar acerca de seu juízo sobre a visão beatífica dos justos depois da morte.

Não se trata de um ato de rebeldia ou de rejeição ao Santo Padre. Ao contrário de um ato revolucionário, a correctio filialis tem por finalidade conduzir o Papa ao exercício do seu soberano ofício de confirmar a fé católica e garantir a unidade da Igreja.

Num momento em que a hierarquia se cala, é chegada a hora de os fiéis leigos se manifestarem. Sabemos que há muitos bons sacerdotes e bispos que quereriam erguer sua voz, mas não podem fazê-lo por causa de represálias às quais estão sujeitos por causa de sua dependência hierárquica.

Pedimos aos leigos que difundam a correção filial e a expliquem a todas as pessoas que puderem.

Ultimamente, todos somos invadidos por um impetuoso sentimento de impotência ante o desmonte da fé católica, o qual não gostaríamos de assistir passivamente. Agora é possível fazer algo! Apoie a correctio filialis!

Clérigos e fiéis com reconhecida capacidade teológica podem subscrevê-la diretamente aqui.

Já os fiéis comuns podem assinar a petição apoiando a iniciativa.

Aos padres e bispos impedidos de fazer publicamente alguma coisa, pedimos que difundam entre seus fiéis a correção filial. Diante de Deus, isto já servirá de grande mérito e será uma manifestação de não-conivência com a destruição que testemunhamos dolorosamente em nossos dias.

Viva Cristo Rei!

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Mateus