Artigos E Jesus ficou de fora..

Uma misericórdia blasfema

Escrito por Mateus

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A Misericórdia de Deus somente opera na alma quando há arrependimento sincero e luta contra o pecado

Por Padre Joseph Mariam – do Site Lumen Mariae – Tradução livre de Ana, desde a Espanha.

Todos estão à procura de um falso ecumenismo, que não se fundamenta na religião natural e na relação do homem com Deus, mas na conquista de uma nova religião que nasce apenas da mente humana.

É o ego humano, um eu orgulhoso, arrogante, que quer imperar sobre os demais homens a base de planejamentos humanos que são a criação do próprio homem. Tem que inventar uma crise econômica para que apareça o salvador do mundo. É necessário inventar um cisma para que se levante a igreja universal que apoie esse governo mundial. Para isso se prega a falsa misericórdia, sem contemplações, com a cara descoberta, por toda esta falsa hierarquia que constitui a falsa igreja em Roma.

E o mal de muitos é que eles veem a heresia clara de todos esses falsos pastores, mas olham para outro lado e fazem coro à linguagem sem verdade de Bergóglio e companhia, que não pertencem à Igreja Católica. Mas, quanto custa dizer essa verdade! Custa o pão, o trabalho, a fama, a dignidade sacerdotal. E assim muitos continuam omitindo o que não pode ser omitido. Muitos levantam a voz, dizendo que isto não pode continuar assim, mas não vão ao ponto, não colocam a solução para o problema, mas continuam a fazer propaganda de um herege como seu papa, e de um pontificado que não existe, que não é real, que destrói a vida da Igreja e das almas.

Deus não castiga. Este é o pensamento que as pessoas querem ouvir. A Misericórdia de Deus somente opera na alma quando há arrependimento sincero e luta contra o pecado. A alma que procura não pecar mais encontra o caminho, não só da Misericórdia, mas do amor de Deus. Mas convocaram um falso jubileu onde a palavra arrependimento brilha por sua ausência. E tudo é combinar frases bonitas para apresentar um deus que não existe, uma igreja não é a igreja de Cristo, um Cristo que não é do Evangelho.

O Bom Pastor não é Aquele que carrega sobre seus ombros a vida dos homens, mas O que “dá a sua vida pelas ovelhas” (Jn 10, 11). Uma vida que não é humana. Oferece em sacrifício Sua vida humana para que o homem viva o divino, alcance o divino no humano. A Cruz é o sinal da Misericórdia do Pai. O Amor de Cristo, o qual leva a cumprimento a Obra da Redenção, não simboliza no Filho que carrega seus homens para o homem, mas na dor da Cruz, no Filho que morre pregado na Cruz. Não apresentam mais a Cristo Crucificado porque Deus não castiga. Apresentam um imperativo moral: “… se propõe viver a misericórdia, seguindo o exemplo do Pai, que pede para não julgar e não condenar, mas para amar sem medida” (texto).

Tomam as palavras do Evangelho: “Não julgueis para e não sereis julgados” (Lc 6, 37), para apresentar uma mentira bem contada. O amor aos inimigos, que é o ensinamento de Cristo em toda esta passagem, consiste em um ato de perdão e benevolência. Jesus ensina a sofrer injustiças não aplicar uma vingança. E por isso, no pecado de alguém, tem que praticar a virtude da paciência, dando ao outro um sinal de compaixão por sua miséria. E é uma compaixão de índole material, não espiritual.

Deus reserva vingança, uma justa justiça: Não façais justiça por vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus; pois está escrito: “Para a Mim a vingança, Eu farei Justiça”. Pelo contrário, “se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; pois fazendo assim acumulareis brasas sobre a cabeça dele”. Não te deixes vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem” (Rm 12, 20-21).

Na nova igreja de Bergóglio se ensina o imperativo categórico: não julgar; Deus pede para não julgar. Ama sem medida. Como pode amar sem medida, sem julgar se o outro é inimigo ou amigo? Temos que discernir o outro e isso é um julgamento espiritual, que todo homem está obrigado a fazer. O que Jesus ensina é não fazer um julgamento moral da pessoa, que é reservado apenas para Ele.

Mas isso na igreja universal de Bergóglio não se ensina, porque não existe o pecado como ofensa a Deus. E tampouco existe a lei natural. Só se concebe o mal na lei da gradualidade. Eles pegam a Palavra de Deus e distorcem. Jesus pede que se pratique o perdão ante o inimigo. E continua considerando inimigo, não um amigo. E a única maneira de fazer justiça ao homem inimigo é praticar com ele uma compaixão material, não espiritual: não tem que defender das injustiças que esse inimigo procura, não tem que atacá-lo com a mesma moeda, mas devem fornecer ao injusto, ao pecador, ao que faz o mal mais do que recebe. Assim, o castigo de Deus sobre ele é aumentado, atua a Justiça de Deus.

Mas apresentam um Deus que não castiga, a um Deus que pede para não julgar. E caem na mesma armadilha. Para ver o outro como inimigo tem que julgá-lo como inimigo. Se a criatura não faz esse julgamento, então vive um sonho em sua vida: vive acreditando que todos os homens são bons e, portanto, não deve julgá-los. Isto é o que eles oferecem na sua falsa misericórdia, esquecendo a ordem que toda criatura tem com Deus, a relação do homem com Deus, que é uma dependência absoluta da Sua Vontade Divina.

E encobre uma verdade: Deus não pode fazer com que um homem peque. Portanto, ao que peca, Deus tem que castigá-lo de alguma forma para que saia do seu pecado, para que viva sem pecado. É preciso uma Justiça Divina, que castigue o pecador. Mas mostrar uma falsa misericórdia que Deus não julga o pecador é a blasfemar contra a santidade da Vontade de Deus.

Deus não quer um mundo cheio de pecado; Deus não quer que uma igreja cheia de pecadores. Para tanto colocou os meios adequados para que as almas vivam sem pecar. E esses meios são o fruto de uma Justiça Divina, não de um beijo e um abraço de Deus ao homem.

Deus pede para praticar a paciência que perdoa a ofensa, que o inimigo faz, para que triunfem, não os inimigos, mas aqueles que sofrem esta injustiça. Praticar a virtude é atuar na justiça, não uma misericórdia. E no trabalho dessa justiça, se encontra uma misericórdia para o homem que peca ou faz uma injustiça. Tal compaixão material, que é dada ao outro algo material, não é fechar os olhos para os pecados dos outros, às suas desgraças. É continuar tendo os olhos bem abertos, pois quem ama o inimigo conhece quem é seu inimigo e não se deixa enganar por ele. O inimigo deve continuar sendo contemplado como um inimigo. Não tem que viver sonhando que é nosso amigo.

Mas a falsa hierarquia, que governa no Vaticano, gosta de colher frases do Evangelho para manifestar sua mentira, seu erro, a grande escuridão que eles têm em suas mentes. Nunca serão capazes de mostrar a verdade, porque não têm a verdade, não podem atuá-la. São demônios encarnados. É a falsa hierarquia, que muitos seguem porque não conhecem a verdade do Evangelho, não procuram em suas vidas a verdade que a Mente de Cristo oferece a todo homem. Só vivem para a vida: para serem do mundo e para apoiar um homem que não merece nem se dar bom dia.

“… O Bom Pastor que toca profundamente a carne do homem”: Jesus toca em profundidade os corações dos homens, e não sua carne. Jesus ama os corações, não os corpos dos homens. Jesus foi ungido “para evangelizar os pobres” não para abraçá-los e beijá-los. Não para mostrar um sentimento vazio, inútil, sobre a vida humana. Jesus não chora por nenhum problema de homem. Jesus sofre pelos malditos pecados de todos os homens. E por isso, morreu na Cruz para ensinar aos homens o caminho da salvação: como tirar o maldito pecado da vida. Crucificar sua vontade humana para fazer a Vontade de Deus em sua vida!

Jesus vem para dar a verdade da vida, não para caminhar com os homens, não para estar pendente da vida de nenhum homem. Eles mostram um Jesus humano, um político, um homem do povo, da vida social, cheio de sentimentos baratos, que se dedica a fazer justiças sociais e pregar direitos humanos. O que eles ensinam é uma blasfêmia, que é a sua abominação: “o Bom Pastor … carrega a humanidade sobre si, mas seus olhos se confundem com os do homem. Cristo vê com o olho de Adão e este o faz com os olhos de Cristo. Assim, cada homem descobre em Cristo … a própria humanidade e o futuro que o espera... ”

Palavras próprias de um demente. Grande loucura é o que diz aqui! Tantas coisas são negadas que só querem apresentar seu deus abominável. Um deus que leva a humanidade para mostrar amável com todos, para mostrar que existe uma fraternidade que é a invenção de muitos. Mas, na realidade ele é um deus que odeia toda a humanidade. E assim, carregá-lo para aniquilar, para destruir, para levar à condenação. E é isso que eles não ensinam: escondido, ainda, o anticristo, mas pregar a sua doutrina.

Isto é o que temos agora em sua língua amorfa: um amoroso, idiota, um sentimental Jesus, que curva-se perante os homens, caminhando com eles, o que leva o homem para onde ele quer ir. Não é um Jesus para mostrar o caminho do homem, mas que anda o mesmo caminho do homem. Não é um Jesus que sofre pelos pecados dos homens, mas um amigo de Jesus de todos os homens que têm uma consciência ampla, com o qual acomoda todas as vidas dos homens, de modo que eles estão felizes e satisfeitos por ter um Deus que os ama, mas isso sem corrigi-los das suas iniquidades.

Por isso, é um Cristo que vê com os olhos de Adão. Não é um Cristo que vem fazer a vontade do Seu Pai. É o Pai que olha para toda humanidade através dos olhos de Seu Filho. E o Verbo se fez carne para possuir novos olhos, para ver a vida com novos olhos. É o Homem Novo, totalmente diferente do homem velho, que simboliza Adão e toda a sua descendência.

Cristo não vê a vida dos homens com os olhos de Adão. Que grande blasfêmia! Cristo veio para tirar o pecado de Adão. Então, tem que ver a vida de uma maneira totalmente oposta de como vê Adão. Cristo veio curar os olhos de Adão e liberá-los de toda a corrupção que o seu pecado trouxe a toda a humanidade.

Os olhos de Adão os levaram a obra do seu pecado. Adão não soube olhar a vida através dos olhos de Deus, na Vontade de Deus, no plano que Deus queria para o homem. Os olhos de Cristo o levam a obrar a Redenção do pecado, que é tirar o pecado do mundo. Cristo viu a vida como vê o Seu Pai e, portanto, veio fazer a Vontade do Seu Pai, que é o que muitos não entenderam na Igreja. Têm um sacerdócio para fazer o que bem entenderem. E, por isso, sentaram um inútil e orgulhoso, que leva dois anos fazendo o que quer em seu maldito governo em Roma. Todo homem tem Cristo como Caminho, como Verdade e como Vida. E o caminho não é a obra de Adão, não é a visão de Adão sobre a vida, não é o pensamento de Adão sobre a verdade da vida.

Há que deixar o homem velho, Adão. Tem que deixar de olhar a vida através dos olhos de Adão. Já temos Cristo, já possuímos sua Mente, já conhecemos a Vontade de Deus. Tem que olhar a vida como Cristo vê: em Seu Pai. Mas, eles inventam seu deus: Esse eu emergente, esse eu comum, esse eu maçônico, esse eu múltiplo, nascido da união de pensamentos humanos, porque na mente do homem está a lei da gradualidade. Devemos unir mentes, devemos unir múltiplas pessoas. Devemos unificar tudo em uma única religião que seja uma blasfêmia ao Espírito Santo, que se governe por imperativos morais, categóricos, em que a obrigação moral é concebido sem levar em conta a Deus, sem a ordem da verdade, só na liberdade do pensamento humano.

Ser livre para pensar o que quiser da vida; e em seguida, impor o seu pensamento livre para os outros. Se os outros não aceitam suas ideias de vida, então a luta, mas secretamente, as escondidas, como agora se faz contra todos os verdadeiros católicos. Exteriormente, eles apresentam uma misericórdia onde não se julga ninguém. Mas se não está de acordo com essa misericórdia, então eles te julgam, mas mostram publicamente, porque têm que manter as aparências. Eles são os novos santos, os homens justos e bons, que com seu palavreado falam de tudo e não dizem nenhuma verdade. Só falam para conseguir seu negócio na Igreja.

Agora todos procuram na Igreja um ecumenismo abominável, sem a relação com Deus, sem a ordem devida a Deus. Não ensinou isso, milhares de vezes, o falso papa Bergóglio? Não ensinou isso quando recebeu em audiência a arcebispa luterana de Upsala, reconhecendo-a como uma figura de fé?

“… Não devem ser vistos como adversários ou concorrentes, mas reconhecidos por aquilo que são: irmãos e irmãs na fé …os católicos e luteranos devem buscar e promover a unidade nas dioceses, paróquias e comunidades ao redor do mundo” (texto) .

Como uma mulher pode ser Bispa? Como uma mulher bispa pode ser uma irmã na fé? Isso vai contra a religião natural. A mulher não tem poder recebido de Deus para governar. Deus dá o poder, o governo ao homem. Deus dá à mulher o amor, a vida.

Portanto, toda mulher que se veste de Bispa é uma adversária da fé, não pode ser reconhecida como uma irmã na fé. É uma abominação de mulher. Deve ser combatida. Tem que ser chamada a atenção severamente, algo que nunca Bergóglio vai fazer.

A religião natural que se baseia unicamente na natureza humana. Por isso, é uma só, já que todos os homens têm a mesma natureza humana e, portanto, as mesmas relações de dependência com Deus. Toda a verdadeira religião deve conter fundamento da religião natural. Cristo fundou Sua Igreja sobre o fundamento da religião natural. Ele não funda uma religião que vem da sua mente humana. Cristo funda a Igreja onde se vive totalmente na dependência de Deus que dá a natureza humana. Por isso, na Igreja de Cristo, as mulheres não governam nada. Não são para o sacerdócio, porque naturalmente não têm o poder.

Os luteranos com suas Bispas já não pertencem a religião natural. Não se pode procurar neles um ecumenismo. É um escândalo para a fé, se isso acontece. Bergóglio é o que procura porque colocou a união dos homens somente na união de pensamentos humanos, não na união com a Mente de Cristo. Tem que encontrar um pensamento unificado.

A divisão entre os cristãos acontece apenas pelo maldito pecado de cada um deles. O falso ecumenismo oculta o pecado e a abominação para conseguir seu grande negócio. A religião natural é o conjunto de verdades, obrigações e relações com Deus, que podem deduzir da consideração do simples fato da criação.

Deus cria o homem e lhe dá poder para cultivar e guardar o Paraíso. Dá poder para colocar nomes a todos os seres vivos. Deus criou o homem do pó da terra e lhe dá poder sobre toda a terra. O homem é o senhor da terra. O homem tem o poder de dar a vida, mas não pode gerar. Necessita algo mais. “Não é bom que o homem esteja só”. Necessita de uma ajuda adequada para exercer o seu poder.

Por isso, Deus cria a mulher. E a cria, não do pó da terra, não para poder terrenal, não para dar nomes às criaturas, não para exercer um domínio sobre a criação. A mulher domina só pelo seu amor, não pelo poder. Deus cria a mulher a partir da costela do homem, para que seja osso de seus ossos, carne da sua carne. Seja algo do homem, seja dependente dele. Sempre a mulher deve viver sob o poder do homem. Nunca a mulher é para o governo. É uma aberração toda mulher que governe. Não é essa a relação natural entre homem e mulher. Não é essa a ordem que Deus colocou na natureza humana.

Uma mulher que governa não se lhe deve nenhuma obediência, porque a mulher não é a cabeça. Ali onde governa uma mulher, a abominação cai sobre todo o país. A mulher é para a maternidade, para estar sujeita ao poder que tem o homem. Um país é país quando governa um homem. Uma Igreja funciona quando governa um homem.

Mas hoje o poder é concebido como um serviço, e não como um domínio. E assim vemos mulheres que já não são mulheres, que já não fazem o papel que Deus quer que em cada mulher. Deus cria a mulher para que o homem possa exercer o seu poder nela, para se aderir a ela, para tornar-se uma só carne. Portanto, o casamento é um vínculo natural. É próprio entre homem e mulher. O casamento não existe no céu, mas apenas para a terra. É para um propósito que Deus quis criar o homem.

Deus criou o homem para ter dele outros homens. Deus não quis criar todos os homens separadamente, mas por geração. Que os homens venham de outros homens. Para isso, necessita criar uma mulher. E que essa mulher provenha do homem, não da terra. Que não seja uma espécie diferente do homem. Que seja como o homem, que tenha a mesma natureza humana. Que essa mulher tenha a capacidade de gerar a vida, para dar um filho ao homem que se junta a ela. Que seja uma ajuda semelhante ao poder que tem o homem. A ajuda do amor que gera, que é semelhante ao poder de dar a vida no homem.

Deus cria o homem para o poder, para o governo, para ser cabeça. Deus criou a mulher, para a vida, para o amor, para dar filhos ao homem, para ajudar com o poder do homem, para gerar com o poder do homem. Toda mulher que não espere um filho do homem não é uma mulher, e não sabe para que Deus a criou.

O filho é próprio da religião natural: a maternidade é a ordem divina na mulher. Deus criou a mulher para ser mãe. Portanto, é uma bênção ela ter filhos. É o que Deus quer de todo casamento. É a relação correta entre o homem e a mulher. Os dois se casam para ter filhos. Esse é o sentido natural da vida. Este é o sentido natural da união dos dois sexos. O pecado escureceu e anulou este sentido natural.

Depois, há o sentido sobrenatural da união carnal, porque a religião não é apenas natural, mas também sobrenatural. A natureza humana se ordena pela graça sobrenatural. Deus criou o homem na graça, em um ser sobrenatural. O homem criado por Deus tem na sua natureza um ser divino que lhe capacita e exige uma vida diferente à humana, a natural, a carnal.

Adão, com seu pecado, perdeu essa ordem divina e, por isso, o casamento entre homem e mulher devia ter exceções na lei direito positiva. Moisés teve que introduzir o divórcio porque, entre homem e mulher, era impossível realizar o plano de Deus. O homem e a mulher se uniam para muitas coisas, mas não para dar filhos a Deus. O matrimônio como vínculo natural, necessita da graça para ser obrado. Sem a graça, é impossível dar um filho a Deus no matrimonio.

O pecado de Adão anulou o plano divino, o matrimonio foi impossível vivê-lo até que Cristo não trouxe a graça. Com o Sacramento, há um caminho para que os filhos sejam de Deus, todavia não por meio de geração, mas somente pela graça. Qualquer religião onde se apoiam diferentes métodos contraceptivos, vai em contra da mesma religião natural. Deus castiga todo aquele que impede a vida, gerar vida.

As mulheres que se dedicam ao seu feminismo já não são mulheres. Naturalmente, perderam a relação com Deus e com o homem. Procuram o homem, não por um filho, mas para um negócio mais na vida. A mulher é para a maternidade, não para a esterilidade. Naquela religião onde haja gays ou lésbicas não é possível o culto a Deus. Porque, na religião natural, o homem é para a mulher, e a mulher para o homem. Deus não criou nem homossexuais nem lésbicas. Deus criou apenas o homem e a mulher.

Que relação com Deus tem um homossexual que ama o seu pecado da homossexualidade? Que ordem divina ele vive? Que verdade obra em sua vida? Apenas uma abominação no culto a Deus. Um homossexual só ama a si mesmo quando ele pretende adorar a Deus. Adora seu deus, sua mente humana, o seu pecado, seu estilo de vida. Mas não é capaz de viver naturalmente em relação com Deus.

Naquela religião onde haja mulheres sacerdotes é uma aberração o culto a Deus. Porque, na religião natural, o homem é o que tem o poder, a mulher é a que gera a vida. O homem é o que tem o poder de sacrificar a Deus pelos pecados dos homens. Esse é o sacerdócio. A mulher é a que gera a vida, que é chamada à virgindade e à maternidade. O sacerdote tem o poder de conferir graça; a mulher é a que dá o amor na Igreja.

Procura-se o olho triplo, que significa o olho do Anticristo: um deus que una todos os homens. Una os múltiplos eu em um único pensamento humano, que só se rege pela lei da gradualidade. Uma abominação. E, para isso, é o jubileu, um ano para se preparar para o culto ao homem. É necessário aprender a adorar os homens para poder entrar na nova religião e ter um meio para viver a vida.

Aqueles que não adorem o homem, então não poderão comer, não terão emprego, os perseguirão por sua fé que combate a mentira do Anticristo. Não tenham parte com a igreja de Bergóglio. Desprezem esse homem e toda a hierarquia que o obedece, que são a maioria. São poucos sacerdotes que veem a realidade do que está acontecendo na Igreja. Os demais se acomodam a um herege. Terminam se tornando hereges.

COMENTÁRIO ARNALDO – www.recadosdoaarao.com.br

OBS > Este sacerdote é realmente duríssimo em suas colocações, mas não deixa de ter plena razão. Muitos dos pontos por ele levantados mereceriam maiores esclarecimentos e outras colocações porque o assunto é vasto. Mas em síntese, este texto apresenta algumas facetas clássicas do pontificado desse que não é pontífice de cristo, mas do anticristo. É impressionante a desenvoltura com que ele avança a agenda do mal e como cumpre tudo aquilo que as Escrituras nos alertaram desde sempre e o que os profetas atuais vêm trombeteando nos últimos séculos.

Na primeira parte do texto, a defesa que o Vaticano tem feito deste falso ecumenismo humanista, que já não considera as diferenças gritantes que existem entre os diversos credos, religiões e seitas, porque prega um falso jesus com cara apenas humana, no que descamba para o culto ao deus homem. Homem anticristo! Se eles dizem que o deus de todos os credos é o mesmo, e continuam gritando, berrando e brandindo esta mentira aos quatro ventos, então é claro que chegarão unir deus e o diabo numa religião satânica da qual nosso Deus Altíssimo estará fora.

Deus não é ecumênico, nem ecumenista: Ele É Aquele que É! Sua Lei é uma só, É aquela que É a Verdade. Não existem possibilidades de se unir todas as prédicas de todos os credos num só conluio, porque elas partirão desde a raiz de uma escandalosa mentira. A Lei que É Verdade e Vida, Daquele Deus que É o Eterno, sempre esteve, está e eternamente estará como uma só Igreja: a de Bento XVI! Porque esta Igreja verdadeira já não seja aquela que está no Vaticano, porque ela já não tem sua cabeça em Cristo, mas num homem, que prega para os homens o que eles desejam ouvir: que não existe pecado, que deus perdoa tudo sem que seja necessário pedir perdão. Um falso deus que precisa dos homens! Que aceita pacifica e idiotamente tudo o que os homens decidem ser religião.

Deus não castiga, dizem eles! E de certa forma eles têm razão! Mas não é bem assim nem é só isso! A Lei Daquele que É para sempre É também imutável, e está impressa na alma humana, na Lei Natural, e por ela fica bem claro que não é Deus que castiga, mas o pecado, a culpa do homem que atrai o castigo e exige a reparação. Assim não é o homem que julga, mas é a Lei que estabelece o parâmetro. O parâmetro da Justiça não pode ser então jamais aquele que é estabelecido pelo homem, ainda mais quando este mesmo homem tenta estabelecer uma justiça humana e, mais do que isso, tenta criar um falso deus que a ela se adapta.

Há, pois, em curso, a partir do Vaticano e especificamente a partir de sua “cabeça” uma tentativa sórdida de emplacar uma falsa misericórdia sem justiça e um ecumenismo alienígena divorciado da Única Verdade. Da primeira mostram um deus pateta que se obriga a aceitar os conceitos humanos, e da segunda fazer a humanidade inteira engolir estes falsos conceitos, tanto sobre divindade como sobre doutrina. No fundo o que eles estão tentando emplacar é nada mais do que aquilo que o malsinado concílio pastoral Vaticano II já guardava em suas entranhas, e infelizmente isso parece enganar, iludir ou mesmerizar levas amorfas de milhares de eclesiásticos, que no fundo acham mesmo que deve ser assim. Nada mais enganoso, nada mais falso. Nada mais ecumenica e satanicamente mentiroso!

Na segunda parte do texto o Padre levanta a questão do sacerdócio e da hierarquia feminina, praticada pelas seitas protestantes, como um fator impeditivo de união. Se a Igreja Católica Verdadeira a de Bento XVI, viesse a aceitar unir-se aos protestantes, acaso teria que aceitar suas sacerdotisas, pastoras e bispas? É isso que Bergóglio deseja? Agora mesmo se noticia que ele deseja unificar as datas de Páscoa com os ortodoxos. Esta era uma missão que antigamente era levantada pela Vassula, e eu não gostaria de entrar no mérito da questão, embora que, se formos considerar, misticamente Jesus sofre duas vezes a mesma paixão a cada ano. Mas seria isso fundamental?

Entrementes, a questão do sacerdócio feminino e do divórcio quanto aos ortodoxos são fatores praticamente incontornáveis na união dos credos, e então se percebe que, se o Vaticano busca mesmo esta unidade, não só da Páscoa, mas de todas as religiões – e isso sem diferenciar os satanistas e maçons – se percebe claramente que, caso a igreja bergogliana consiga esta união, a fará mediante a capitulação da igreja católica – não apostólica porque a “cabeça” atual não sucede Pedro – que terá de aceitar o sacerdócio feminino e o divórcio, até mesmo o casamento de gays como outros credos já aceitaram. Mas se capitular, provará que já não é mais a Igreja Daquele que É!

Porque, por questão de lógica, nenhum dos credos que já aceitou que a abominação se introduzisse em seu meio aceitará que sejam excluídos desta “religião” universal, nem os gays já “casados”, nem os casais “divorciados” ou que suas sacerdotisas e bispas percam seu ministério e seu emprego. Disso se deduz que o ecumenismo pretendido é falso como jamais será aceito pela Igreja de Bento XVI. E ainda que eles consigam adaptar-se nestas diferenças gritantes, tudo o que resultará disso é uma falsa religião, totalmente humanista, à qual se poderá acrescentar outro adjetivo, o de satanista. Uma religião, nestes moldes, quem deseja é o diabo, não Jesus Cristo.

E ela será fulminada – marquem bem isso – antes que tenha enganado toda a humanidade. Um pequeno resto deverá permanecer fiel a Sua Santidade o Papa Bento XVI. E ai de quem não estiver com ele! (Aarão)

Sobre o autor

Mateus

  • José Osivan Barbosa de Lima

    Se Francisco for um antipapa, nós estamos sem papa, porque Bento XVI renunciou, não quis ser mais papa.