Artigos E Jesus ficou de fora..

Dom Odilo e sua escandalosa defesa do carnaval

Escrito por Mateus

Dom Odilo Scherer de cardeal a carnavalesco.

“Concedei-nos que Vos louve, Virgem Sagrada. 

Dai-nos valor contra os vossos inimigos.”

 

DOM ODILO E SUA ESCANDALOSA DEFESA DO CARNAVAL

O Eminentíssimo Senhor Cardeal brasileiro Dom Odilo Scherer, Arcebispo de São Paulo, tem prosseguido de modo pertinaz e falacioso sua cruzada pessoal em defesa e promoção da horrenda e sacrílega profanação pública da imagem da Santíssima Virgem Imaculada de Aparecida pela escola de samba “Unidos de Vila Maria” no carnaval do estado de São Paulo.
No desenvolver do artigo abaixo pretendemos denunciar esta criminosa cumplicidade do cardeal com o pecado, que destrói a fé e mata a alma das ovelhas que a ele foram confiadas.
Na defesa que fez do uso da imagem da Virgem de Aparecida no carnaval procura-nos fazer crer que nada há de mal na dita “homenagem” e justificar o injustificável que é esta profanação pública da Sagrada Imagem de Nossa Senhora.

A Igreja Católica sempre foi  e sempre será contra o carnaval.

Qualquer Católico que conheça ao menos os 10 mandamentos da Lei de Deus, e/ou ao menos os 7 pecados capitais (coisa rara em nossos dias) fica no mínimo escandalizado com não apenas a autorização para tal profanação, coisa que segundo ele mesmo admite já a tinha concedido desde 2015, mas também na insistente defesa falaciosa que faz deste pecado público de Irreligião.
Aos Católicos que tem amor a Santíssima Virgem e que conhecem o que a Igreja sempre ensinou, se acaso tiverem coragem, que leiam na integra a publicação do Cardeal no jornal da própria Arquidiocese Paulistana, denominado; “O São Paulo“.
No escrito, Dom Scherer sai em defesa daquilo que ele e outros chamam de “homenagem” e ao qual publicaremos aqui alguns excertos e comentários.
Ao lermos o repugnante texto do Cardeal brasileiro; Nossa Senhora Aparecida no Carnaval, cujo o título por si só já é um ultraje à dignidade da Mãe de Deus e sacrilégio, Dom Odilo coloca-se -literalmente – no papel de advogado do diabo deixando-nos à impressão que talvez este senhor ao contrário de muito de nós, jamais em toda a sua vida tenha caído na desgraça de assistir a um desfile de carnaval e por ignorância não compreenda bem o que se passa nestes desfiles de imoralidade e indecência. Isto poderia explicar o motivo que o fez ter a grande infelicidade de já no título associar à figura da Virgem Imaculada a esta imundície que é o carnaval brasileiro.
Em contrapartida, devemos também considerar que o Cardeal Dom Odilo não seja tão ignorante assim, afinal de contas; é um Cardeal da Igreja Católica, um ancião, um homem bem vivido e que por assim ser, talvez saiba de uma coisa ou outra que lá se passa. Ou quem sabe ainda, insista ele em defender e promover a profanação simplesmente por cegueira, pois está escrito:

Ele cegou-lhes os olhos, endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos nem entendam com o coração e se convertam e eu os sare” (Is VI,10)

Ou mesmo por respeito humano e falta de coragem em seguir o que Cristo e a Igreja sempre ensinaram;

“Não tenhais cumplicidade com as obras estéreis das trevas; ao contrário, denuncie tais obras”

Carta de São Paulo aos Efésios V, 11.
Não sabemos ao certo, Deus o sabe.

Entretanto se for mesmo apenas por ignorância nós como Católicos fiéis ao que a Igreja sempre ensinou consideramo-nos obrigados a fazer o nosso papel de alertar ao bispo que ocupa este nobilíssimo posto de Cardeal da Igreja Católica, a respeito do que verdadeiramente se passa nestes bailes.

Obrigamo-nos também como dever de caridade a admoestar as pobres ovelhas do rebanho de Dom Scherer para que estas não caiam no gravíssimo erro de segui-lo até Sambódromo do Anhembi e que conscientes de qual é o caminho de Salvação que Cristo trilhou para nós, sigam o Cordeiro de Deus acompanhado de sua dolorosíssima Mãe pelo caminho do Calvário para ser com Ele Crucificado.

E uma vez que tenham suas mentes e almas iluminada pelas verdades dos fatos que lá ocorrem, rezemos nós para que possam todos humildemente confessar seu grave erro de defender e promover o carnaval e a profanação da imagem da Mãe de Deus neste antro de perdição.

Que Deus conceda também ao cardeal a coragem de ir a público denunciar o erro, se opondo fortemente a ele, conclamando a todas as suas ovelhas a também fazer o mesmo. E que busquem de todas as formas possíveis reparar o Coração Imaculado de Maria por toda ofensa e mal que já causou permitindo o uso da sagrada imagem de Aparecida no carnaval.

Imagem de Nossa Senhora de Aparecida que irá participar do carnaval, graças a Dom Odilo.

DOM SCHERER E SUA DEFESA DE “NOSSA SENHORA APARECIDA NO CARNAVAL”

Link para o texto do Cardeal: “Nossa Senhora Aparecida no Carnaval“.

Como fora dito, consideremos que talvez o Cardeal Arcebispo de São Paulo, inacreditavelmente ignore o que se passa nestes bailes de carnaval em todo o mundo e desconheça ensinamentos como por exemplo os de São João Maria Vianney, o padroeiro dos Sacerdotes que ensina:

Não existe um só mandamento, ao qual as danças não levem à transgressão e não existe um só sacramento que não seja profanado por causa das danças.”

Em todo o tempo de seu sacerdócio o Santo Cura de Ars combateu incansavelmente contra o pecaminoso costume dos bailes e danças. Sendo também importante fazer notar que viveu ele entre o século XVIII e XIX exercendo o sacerdócio na pequena vila francesa de Ars, em uma época em que a moral Católica ainda era observada pela maioria da população.
Se na pequenina cidade de Ars, São João Maria Vianney já condenava fortemente os seus bailes e danças, que será que diria ele do baile de carnaval brasileiro? Que diria desta escola de samba que irá carregar uma imagem da Santíssima Virgem a sua frente? Que diria o Padroeiro dos Sacerdotes ao saber que um sacerdote, bispo e cardeal, além de aprovar, vem também a público defender e promover o carnaval, escolas de samba e a utilização da sagrada imagem da Mãe de Deus nestes bailes?
Conta-se a respeito do Cura D’Ars, que certa vez o diabo declarou que se houvesse dois padres como João Maria Vianney no século XIX, o reino dele estaria perdido…
Não vemos mais, infelizmente, padres, bispos e cardeais como o Cura D’Ars, que possuía a coragem de combater os bailes, as danças, o carnaval e todos os pecados que ali ocorrem. O que há agora são bispos e cardeais do jeito que o diabo gosta, que além de não condenar o erro, pecando por grave negligência, tornam-se promotores dos tais bailes e cúmplices de toda a sorte de pecados que lá ocorrem.

O QUE É O CARNAVAL?

O carnaval é uma festa de origem pagã. Seus festejos são um atentado público contra Deus, contra suas leis, contra a sua Igreja e contra a angélica Virtude da Pureza.
É o período do ano onde há a maior exaltação e promoção da imodéstia, da sensualidade, da luxúria, da fornicação, dos pecados contra a natureza; onde crianças são inseridas semi-nuas nestes meios, pervertendo-as e as fazendo perder a sua inocência e pureza infantil; é o tempo dos pecados da gula, onde todo o comportamento torna-se desregrado.
É a época do ano onde se distribuem aos milhares, contraceptivos e pílulas abortivas; é o tempo onde há maior índice de adultérios, onde a criatura humana tendo a alma morta pelo pecado mortal, entrega-se a sua natureza ferida e brada desavergonhadamente e orgulhosamente “não sou de ninguém, sou de todo mundo e todo mundo é meu também”.

É o tempo da vaidade, da inveja, da maledicência, do lucro excessivo, da avareza, do roubo, das orgias e bebedeiras, do aumento do tráfico e do consumo de drogas, é o tempo dos desentendimentos, da ira e dos homicídios.

Imagem de Nossa Senhora Aparecida, em meio a rebolados e muito samba. A CNBB aprova, recomenda e ajuda na organização para que tudo ocorra com muito respeito!

Dom Odilo Scherer;  Um cardeal brasileiro, defensor e promotor do carnaval.

Após ser noticiada ao público brasileiro a informação de que uma escola de samba do estado de São Paulo obteve do Cardeal Dom Odilo Scherer e do ‘Conselho Pro-Santuário Nacional de Aparecida’ a licença para profanar a Sagrada Imagem da Imaculada Conceição de Aparecida Padroeira do Brasil, muitos Católicos reagiram e protestaram contra este ultraje a Mãe de Deus.
Após a reação e protestos dos Católicos o Arcebispo do estado de São Paulo não demorou a responder e a se colocar firmemente a favor da batucada do samba e do rebolado com a imagem da Mãe de Deus. Logo saiu em defesa da profanação pois que segundo ele, tudo seria feito com muita seriedade e com todo o respeito.
Segue abaixo os excertos retirados da publicação de Dom Odilo no jornal “O São Paulo”. ao qual ele dá o ultrajante título Nossa Senhora Aparecida no Carnaval.
Argumenta o Cardeal:

“Sou muito devoto da Mãe de Jesus, Nossa Senhora, invocada com carinho sob muitos títulos.

Desde criança, aprendi a rezar o terço, a cantar à “Mãezinha do Céu” e a me consagrar a ela todos os dias.

Com o povo católico, alegro-me pela comemoração dos 300 anos do achado da imagem sagrada da Mãe Aparecida e escrevi, recentemente, uma carta pastoral à Arquidiocese de São Paulo, com o título “Viva a Mãe de Deus e nossa”, sobre o lugar de Maria no coração de Deus, de Jesus Cristo e da Igreja, não podendo estar ausente do coração dos cristãos.

E fico triste cada vez que se desrespeita a Mãe de Jesus; é como se fosse destratada minha própria mãe.”

Dom Odilo inicia sua missiva em defesa do carnaval e da escola de samba “Vila Maria”, declarando-se “muito devoto da Mãe de Jesus”, e para confirmar-nos o que escreve, traz algumas “provas”.
Conta-nos que quando ainda era apenas o pequenino Odilo lá no sul do país, aprendeu a rezar o terço, (Não informa se o agora já grande Odilo, o reza todos os dias como fazem verdadeiros devotos), garante-nos também que é devoto, por que além de ter aprendido a rezar o terço quando criança, também aprendeu a cantar “Mãezinha do Céu”, e a se consagrar todos os dias a Nossa Senhora.
O cardeal nos apresenta ainda, uma última “prova” de seu devotamento a Nossa Senhora. E esta última é a escrita de uma “Carta pastoral”… digna de um herético pastor anglicano ou luterano.


A Carta Pastoral do Cardeal.

Carta Pastoral de Dom Odilo é uma verdadeira decepção para alguém que se diz devoto de Nossa Senhora, sobretudo se esse devoto for um Cardeal Católico onde se deveria esperar grande erudição, conhecimento teológico e muita piedade mariana.

Nada disso vemos na carta…

Dom Scherer por exemplo, não fora capaz de escrever uma linha sequer a respeito do motivo da Imagem ser chamada de Imaculada Conceição, absolutamente nada diz dos Dogmas de Marianos, nada escreveu a respeito de suas prerrogativas e dos privilégios da Santíssima Virgem, nada escreveu sobre as cinco espécies de ofensas e blasfêmias contra o Imaculado Coração.
Eis que o animadinho gritinho de “Viva Mãe de Deus e nossa” de Dom Odilo, anuncia-nos uma carta pastoral, vazia, superficial, estéril, infrutífera e infecunda. Trata-se de verdadeiro testemunho da falsa devoção deste Cardeal para com a Santíssima Mãe de Deus.

Não iremos comentá-la toda por que seria uma perda de tempo.

Recomendamos porém aos nossos leitores que apenas observem a diferença – Gritante – entre o que o Grande; Doutor da Verdadeira Devoção, São Luis de Montfort escreve sobre a Santíssima Virgem em seu “Tratado” e o que o pobre cardeal brasileiro escreve em sua paupérrima”Carta Pastoral”.

Enquanto São Luís procura demonstrar dentro do que lhe é possível, isto é, na medida do que pode ser demonstrado em um escrito, toda a Magnificência, Grandeza, Realeza e Santidade de Maria e que a devoção a Ela – É necessária para a salvação – Dom Odilo por sua vez procura diminuí-la, esvaziá-la, tomando todo o cuidado para não “exagerar” em seus “devotados elogios” a Aquela, a quem ele chama simplesmente; “mãe de Jesus”, do mesmo modo como se referem a Mãe de Deus os hereges protestantes.
Segue a transcrição de uma parte da carta:
Por Dom Odilo Scherer
1. MARIA NOS DESÍGNIOS DE DEUS
 
Por que nós católicos valorizamos e honramos tanto Maria na Igreja e na vida cristã?
A resposta é simples e profunda: Ela tem um lugar especialíssimo nos desígnios de Deus em relação à humanidade e à Igreja. Não é porque nós assim decidimos e queremos, mas porque o próprio Deus quis: Ele a agraciou e escolheu para ser a Mãe de seu Filho na terra, dando-lhe uma missão especial na história da nossa salvação.
 
[Os destaques são nossos]
Quis destacar esta parte em especial inserida neste texto, pois poderia muito bem ter sido escrito por um pseudo-pastor anglicano, e que se assim fosse estaria aí, inserida a heresia protestante negadora do dogma da Imaculada Conceição.
Ensinam os heréticos anglicanos:
“O último dogma é universalmente rejeitado pelos reformados. 
 
A leitura comumente aceita entre as famílias protestantes, e isto inclui os anglicanos, é que Maria também possuía a mácula do pecado original e que, como tal foi perdoada e salva pela morte vicária e expiatória de Jesus. 
 
Ela não era “cheia de graça como nos fazia crer o texto da Vulgata, (que inspirou a reflexão escolástica),mas, “agraciada”, como se lê mais corretamente no texto grego. 
 
Ou seja, a leitura reformada encontra em Maria um receptáculo da graça que a atinge imerecidamente e não alguém que possui, por causa da ausência da mácula original, graça em si mesma.”
 
Fonte: Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, “Maria na tradição da Igreja Anglicana” Rev. Jorge Aquino, ose.
 
Se Dom Odilo crê ou não na Imaculada Conceição, não podemos afirmar nem que sim, nem que não.
O fato é que escreve como protestante, e nesta carta pastoral é flagrante que evita saudar a Santíssima Virgem como a Igreja que com São Gabriel, sempre a saúda;
Ave Plena de Graça”.
Ensina São Luis de Montfort;
 

Ela foi cheia e superabundou em graças, e que viveu tão unida e transformada em Deus que Ele teve de se encarnar n’Ela”. 

O Evangelho de São Lucas é claro e nos revela com o relato da Anunciação, que a Virgem antes mesmo da Encarnação do Verbo já possuía todas as graças em plenitude, e as possuía tanto quanto fosse possível a uma criatura; humana ou angélica, possuir.
Os protestantes por sua vez chamam-na agraciada, e isto não apenas por uma diferença sem importância de tradução criada pelo heresiarca Lutero após sua revolta. Mas com o objetivo de que em todas as vezes que alguém dEla, simplesmente disser; “agraciada“, diminuir-lhe o culto, negando o dogma da Imaculada Conceição, afirmando que a Virgem Puríssima foi concebida também em pecado assim como todos os outros descendentes de Adão, tornando a Virgem Maria uma mulher como qualquer outra.
E São Luís de Montfort refutando os heréticos, escreve sobre os merecimentos de Maria.

“Deus Pai só deu ao mundo seu Unigênito por Maria.

Suspiraram os patriarcas, e pedidos insistentes fizeram os profetas e os santos da lei antiga, durante quatro milênios, mas só Maria o mereceu, e alcançou graça diante de Deus, pela força de suas orações e pela sublimidade de suas virtudes. 

Porque o mundo era indigno, diz Santo Agostinho, de receber o Filho de Deus diretamente das mãos do Pai, ele o deu a Maria a fim de que o mundo o recebesse por meio dela.”

São Luis de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem.

Dom Scherer prossegue em sua carta pastoral:

“Também Jesus, nosso Redentor e Senhor da Igreja, filho de Maria quanto à humanidade, amou sua Mãe e a entregou como mãe aos discípulos, quando morria na cruz; e recomendou ao discípulo: “filho, eis a tua mãe” (Jo 19,25-27).
 
Portanto, se nós honramos a Mãe de Jesus e reconhecemos nela as maravilhas que Deus realizou em favor de toda a humanidade, estamos sendo fiéis à vontade de Deus e ao Evangelho.”
 
Dom Odilo faz também questão de destacar que Jesus é “filho de Maria quanto à humanidade.
Escreve precisamente como os protestantes, quando protestam contra o Dogma Mariano, da Maternidade Divina.
Ao estrebucharem dizendo; “Maria não é mãe de Deus”“Maria é Mãe de Jesus”, os protestantes acabam por atribuir a Cristo duas pessoas, uma pessoa humana e outra Divina, quando na verdade em Jesus há apenas uma Pessoa, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o Verbo de Deus.
Assim revela São João no Evangelho, O Verbo de Deus se fez carne no seio da Santíssima Virgem. Jesus Cristo possui duas naturezas; a Divina e a Humana, pois é Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem. Logo, Maria sendo Mãe de Jesus, que é Deus, é também por uma consequência lógica; Verdadeiramente a Mãe de Deus.
Ensina ainda São Luís de Montfort:

“Pois que a graça aperfeiçoa a natureza e a glória aperfeiçoa a graça, é certo que Nosso Senhor continua a ser, no céu, tão Filho de Maria, como o foi na terra.

Por conseguinte, ele conserva a submissão e obediência do mais perfeito dos filhos para com a melhor das mães. 

Cuidemos, porém, de não atribuir a essa dependência o menor abaixamento ou imperfeição em Jesus Cristo. Maria está infinitamente abaixo de seu Filho, que é Deus, e, portanto, não lhe dá ordens, como uma mãe terrestre as dá a seu filho. Maria, porque está toda transformada em Deus pela graça e pela glória que, em Deus, transforma todos os santos, não pede, não quer, não faz a menor coisa contrário à eterna e imutável vontade de Deus.”

São Luís de Montfort e Dom Odilo Scherer definitivamente não estão em sintonia.

Prossegue a carta…

“Para nós, está claro que devemos adorar somente a Deus, Pai, Filho e Espírito Santo; e reconhecemos que somente Jesus Cristo é o Salvador e Mediador entre Deus e os homens. Mas também reconhecemos e admiramos as “grandes coisas” que o Onipotente fez em Maria e, por ela, em favor de toda a humanidade.”

Dom Odilo sequer é capaz de fazer em benefícios das almas de suas pobres ovelhas, uma precisa distinção no que diz respeito a Mediação de Cristo, e a Mediação de Maria. A sua ação como Co-Redentora e a necessidade de recebê-la por Mãe para se alcançar a salvação que é Cristo, pois como ensina São Luís;

“Quem não tem Maria por Mãe, não tem Deus por Pai.Cristo só veio ao mundo por Meio de Maria. Assim nos dá o exemplo de ir também até Ele por meio dEla. Só em Maria se encontra o caminho reto e seguro para se chegar a Jesus, Nosso Senhor e Redentor.

São estes, temas muito importantes e que desconcertam a muitos Católicos diante de protestantes, e que Dom Odilo infelizmente ignora. Escreve ainda que “reconhece e admira”, “grandes coisas” que Deus fez em Maria.

Que será essas “grandes coisas” que Dom Odilo reconhece e admira em Maria?

Dom Odilo aprova e recomenda.

Dom Odilo Scherer; O “Abre Alas” do “Nossa Senhora no Carnaval.”

Conta-nos o Cardeal.

“No dia 25 de março de 2015, fui procurado pelos representantes da citada escola de samba. Em vista do 3º centenário do encontro da imagem sagrada nas águas do rio Paraíba do Sul, achavam que seria a ocasião propícia para apresentar o tema de Aparecida num enredo do carnaval de 2017, como um tributo a Nossa Senhora Aparecida. 

Indaguei sobre o formato da proposta que apresentavam e, desde logo, procurei verificar se era algo sério, que não desrespeitasse minimamente a Mãe de Jesus, ou debochasse da fé do povo católico.

O que não é capaz de fazer a cegueira espiritual e um coração endurecido?

Se Dom Odilo fosse Católico já se ofenderia da ousadia deste pobre infeliz que teve a amaldiçoada ideia da imagem da Mãe de Deus desfilar no carnaval. Apenas nisto já se denota um verdadeiro e um real deboche da Fé do povo Católico.Dom Odilo não notou, ou não quis notar…

…já estava por demais tomado pelo espírito que anima e age no carnaval.

Como fora testemunhado no escrito de Dom Scherer, carnavalescos agem por oportunismo, buscam temas para seus desfiles que lhe sejam propícios, visando obviamente o seu último fim que é com o tema do desfile ganhar maior adesão o público e vencer a disputa carnavalesca.

A ocasião para o tema? Propícia.
A desculpa? Homenagem.
O fim? Ganhar a disputa e receber a premiação.
Dom Odilo enfeitiçado pela magia do carnaval, contagiado por sua batucada, rebolados e alegrias (falsas) que este evento proporciona, tratou logo de se assegurar que o negócio; “era algo sério” Sic, para assim dar o quanto antes a sua benção cardinalícia aos ansiosos e muito devotados carnavalescos.

Escreve Dom Odilo.“Obtive todas a explicações que desejava e lhes informei que era necessário refletir e que a “autorização” pedida não dependia apenas do arcebispo de São Paulo. 

Eles, desde logo, se dispuseram a aceitar todas as orientações de nossa parte. Mais ainda: pediram uma supervisão, da parte da Igreja, para os preparativos da homenagem.”

Após o cardeal tomar conhecimento dos pormenores da profanação abençoou a sacrílega ideia, recomendando também que a questão fosse levada ao imponente; “Conselho Pro-Santuário Nacional de Aparecida”.Dom Odilo, muito humilde, não quis sozinho receber todos os louvores do mundo moderno, quis repartir os méritos da aprovação do malfadado tema com o tal Conselho de Aparecida. Sendo ainda todos gentilmente convidados pelos carnavalescos para em união realizarem os preparativos da “homenagem”.

Continua o animado Dom Odilo suas explicações;

“A questão foi levada ao conhecimento do Conselho Pro-Santuário Nacional de Aparecida, encarregado de acompanhar, em nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a vida pastoral e administrativa do Santuário.

Participam do Conselho, além do Arcebispo de Aparecida e do Presidente da CNBB, vários outros arcebispos do Brasil e também o Reitor da Basílica.

O pedido da “Vila Maria” foi exposto na reunião de 27 de março de 2015. Levantaram-se várias questões e foram pedidos esclarecimentos, em vista de uma resposta à Escola Unidos de Vila Maria.”

Pronto, se os crimes contra Deus neste país de pagãos, fossem levados em consideração por nossa justiça, já poderia agora o cardeal juntamente com o tal Conselho de Aparecida responder também por formação de quadrilha.

Eis como acordaram, Dom Odilo, o tal Conselho de Bispos e os carnavalescos.

“O Conselho, por unanimidade, deu parecer favorável à iniciativa, mas recomendou que fossem observados alguns critérios: 

1. Respeito à imagem de Nossa Senhora Aparecida, à fé e à religiosidade do povo católico; 

2. Fidelidade aos fatos históricos; 

3. Apresentação da genuína piedade mariana católica, sem sincretismos; 

4. Decoro no desfile da escola, sem exposição de nudez; 

5. Supervisão dos preparativos pelo Santuário de Aparecida e pela Arquidiocese de São Paulo.

Esta é sem dúvida a parte mais inacreditável de toda essa já inacreditável aprovação por parte de bispos, da Mãe de Deus ser tema de carnaval.
Creio que se todos os fiéis de Dom Odilo e de Aparecida tivessem o mínimo de senso católico os cinco critérios acima listados já seriam por si mesmo motivo de repugnância por parte de todos, sem necessidade de ninguém procurar chamar atenção para o absurdo que são estes critérios para a aprovação.
Como pedir respeito a imagem de Nossa Senhora, introduzindo-a num ambiente de infiéis onde todas as leis de Deus são desrespeitadas? Que será essa subjetiva “fidelidade aos fatos históricos”?

Apresentação genuína da piedade mariana católica, no meio da batucada infernal do samba, com mulheres e homens sem modéstia alguma, esforçando-se para aparecer contorcendo lascivamente seus corpos, nus ou semi-nus?

Que piedade mariana é essa Dom Odilo?

Decoro em desfile de carnaval???

O que é nudez para Dom Odilo e este Conselho de Aparecida?

Acaso decoro é no entender dos bispos brasileiros sinônimo de; rebolados, batucadas, vestidos curtos e justos? sutiãs, topless e fios-dentais?

É este o decoro que há na Arquidiocese de São Paulo e na Basílica de Aparecida?

Orgulhosamente rejubila-se o Cardeal:

“A agremiação aceitou sem reservas todos esses critérios.”

Mas é claro, não há dúvida que aceitariam mesmo sem reservas o tal critério do cardeal e do Conselho de Aparecida, aceitaram prontamente porque pensam de modo igual, aceitaram por que tanto os carnavalescos quantos o conselho e os bispos não possuem a Fé Católica, de modo que tanto o pensamento dos bispos quanto o pensamento dos carnavalescos se confundem e não há discordância entre eles.
Dom Scherer argumenta:

“Os Diretores da “Unidos de Vila Maria” asseguraram que também eles são devotos de Nossa Senhora Aparecida e, longe de desrespeitarem a Mãe de Deus, eles lhe queriam tributar uma singela homenagem, em nome de todos os brasileiros.”

Sim, quanto a isso não se pode por dúvidas está claro que os diretores da escola são devotos de Nossa Senhora de Aparecida, tão devotos quanto Dom Odilo e o Conselho dos Bispos. Trata-se de uma devoção tão cândida, tão pura, que os movem a querer tributar uma “singela homenagem” Sic, a Virgem Maria, por meio de rebolados, pouca ou nenhuma roupa e batucadas que são facilmente confundíveis com a devoção dos umbandistas ao demônio “oxum”.
E continua:

“O Reitor do Santuário Nacional e representantes da Arquidiocese de São Paulo acompanharam a elaboração da proposta do desfile. 

Antes da confecção das alegorias, os projetos e a letra do samba-enredo foram mostrados e receberam sugestões. 

Por isso, até o presente, não há motivos para pensar que a imagem de Maria seja profanada, nem que seja desrespeitada a fé dos católicos. Na sede da “Unidos de Vila Maria” há um nicho com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, sempre com flores, e as pessoas rezam diante dela.”

Dom Odilo, Conselho de Aparecida, quando vão entender que a profanação já ocorre quando os senhor Cardeal Dom Odilo escreve de forma positiva algo como “Nossa Senhora no carnaval” que loucura cardeal, como pode ter a ousadia de escrever o Santíssimo nome de Maria, acompanhado da palavra Carnaval?

A Mãe de Deus, Nossa Senhora e carnaval não se misturam, não podem estar juntos, que entendam isso de uma vez por todas, isto é inconcebível. Somente na mente deformada, modernista e progressista do vergonhoso clero atual.

A figura e o nome de Nossa Senhora Aparecida que o senhor cardeal criminosamente profana, é o da Imaculada Conceição.

A Virgem Maria fora concebida sem pecado e com a impossibilidade total de cometê-lo, e o senhor tem a audácia de colocar o Doce Nome de Maria ao lado justamente da palavra Carnaval, à Festa da Carne. Uma palavra usada para sintetizar toda a entrega do homens aos seus vícios e paixões, onde toda a concupiscência é permitida, onde não há regramento onde o homem se entrega deliberadamente a todos os prazeres ilícitos.

E os bispos do Brasil, homens que se dizem Católicos e devotos de Maria, querem-na fazer participar desta festa dos demônios.

Quanta loucura e quanta insensatez. O pecado cega!

Os bispos do Brasil perderam o senso de Sagrado, perderam o juízo, mas não escaparão do juízo de Deus. E todos os Católicos que hoje se dignam de se levantar contra essa profanação dos senhores bispos, hão de ser suas testemunhas de acusação diante do Divino e Terrível Juiz no último dia.

“A apresentação consistirá numa série de alegorias, música e danças, narrando o encontro da imagem, o contexto histórico e social da época, as primeiras devoções e milagres, a relação da Princesa Isabel com Aparecida, oferecendo o manto e a coroa, a construção das duas basílicas, as romarias e o significado cultural da devoção a Nossa Senhora Aparecida. 

Trata-se de algo mais amplo do que uma homenagem religiosa.”

Sim, é evidente que se trata de algo mais amplo que uma homenagem religiosa. Trata-se de uma escandalosa, de uma sacrílega profanação, de um gravíssimo pecado de irreligião.

Os Verdadeiros Católicos homenageiam e honram a Mãe de Deus, através do Rosário, da Devoção dos cinco primeiros sábados, consagrando se a Ela conforme o método ensinado por São Luis de Montfort.

Procuram agradar a Mãe de Deus cantando o seu Ofício da Imaculada Conceição, se confessando, assistindo a Sagrada Missa, fazendo atos de reparação.

Adornando seu altar de flores, coroando suas sagradas imagens, oferecendo-lhe pequenos sacrifícios, se consagrando a Ela todos os dias.

Usando o Sagrado Escapulário do Carmo, a sua Medalha Milagrosa, visitando Capelas e Igrejas dedicadas a Ela, recitando o Magnificat.

Praticando a Devoção das Três Ave-Marias. Recitando o “Angelus” às 6 da manhã, ao meio-dia, e as 18 horas.

Comungando em sua honra, recebendo o Santíssimo Sacramento das mãos do sacerdote, na boca e de joelhos. Guardando a modéstia no vestir e no agir. Fazendo as moças e senhoras, imitando o seu exemplo, o uso do véu nas igrejas.

Praticando as virtudes, amando a pureza, não pecando contra a castidade, consagrando a virgindade a Ela.

Participando de suas romarias e procissões. Colocando o doce nome de Maria em seus filhos e filhas. Consagrando-os a Ela desde seu batismo, conhecendo suas Glórias.

Lendo o que escreveram os santos a seu respeito, conhecendo seus dogmas.

Rezando pela conversão dos pecadores, pelas almas do purgatório, pela perseverança dos justos. Pela santificação do clero e do Papa. Pelo fim do laicismo, pela conversão dos hereges protestantes, dos cismáticos, dos pagãos, dos judeus, dos muçulmanos e de todo tipo de infiéis.

É assim que há dois milênios a Santa Igreja recomenda que os Católicos honrem a Mãe de Deus.

Este modo novo propagado e defendido pelo cardeal carnavalesco Dom Odilo Scherer e pela “G.R.E.S Unidos da CNBB” é algo inédito na história bi-milenar da Igreja Católica Apostólica Romana.

Nunca antes na história da Igreja Católica imaginou-se algo assim, nem os heréticos cismáticos, nem os heresiarcas Lutero, Calvino, Henrique VIII, poderiam ter pensado em profanar a imagem de Nossa Senhora em festa de Carnaval.

Precisou de 2017 anos até que o demônio enfim encontra-se um grupo de bispos “católicos” que fossem suficientemente audaciosos e ousados a ponto de permitir tal ofensa a Puríssima Mãe de Deus.

Continua Dom Odilo na defesa de “Nossa Senhora no carnaval”;

“Para alguns, a iniciativa pode parecer chocante, pois o carnaval e o sambódromo não seriam os locais mais adequados para homenagear Nossa Senhora.

Até pode ser, pois tudo depende da intenção e da forma como as coisas são feitas.

No caso em questão, a intenção é boa e a forma também. O lugar seria impróprio para honrar a puríssima Virgem Maria? Mas será que Maria não gostaria de chegar lá, onde mais se faz necessária a sua presença?”

Pobre Dom Odilo Scherer, julgando que quem introduz uma imagem da Mãe de Deus em um ambiente de carnaval afim de homenageá-la, tem “boa intenção”. E garante ainda que não só a intenção é boa mas a forma também é.

E qual é a forma?

Rebolados, pouca ou nenhuma roupa e uma batucada sem fim. Uma zoeira infernal.

O confuso Cardeal se pergunta?

“O lugar seria impróprio para honrar a puríssima Virgem Maria? Mas será que Maria não gostaria de chegar lá, onde mais se faz necessária a sua presença?”. 

Sim senhor cardeal, o lugar é totalmente impróprio para se honrar a Mãe de Deus.Jamais em toda a história da Igreja algum Católico cogitou a sacrílega ideia de se honrar a Puríssima Virgem em um  ambiente tal qual é o do carnaval. Somente em uma mente deformada pela lepra do modernismo poderia ser concebida tal ideia.
“Lá”, senhor Odilo, onde ocorre o pecado, a prostituição, a sodomia, o adultério; entre dezenas de outros pecados já citados, a Santíssima Virgem não vai.
“Lá”, onde os pobres pecadores não querem deixar o pecado, é o local onde a Pureza da Mãe de Deus é ridicularizada e desprezada.
“Lá”, é onde o exemplo de modéstia no vestir e no agir da Humilde Maria, é calcado aos pés pelos que se vangloriam em sua lascívia.
“Lá”, jamais se fez ou se fará a presença da Virgem Maria.
“Lá”, é onde abunda o pecado e pecadores impenitentes, é onde satanás reina com uma legião de demônios que incitam os homens a todo tipo de crime contra Deus.

“O demônio rodeia um baile como um muro cerca um jardim. As pessoas que entram num salão de baile deixam na porta o seu Anjo da Guarda e o demônio o substitui” (São João Maria Vianney)

Insiste o cardeal;
“Pensemos bem: não rezamos a Santa Missa em praças, estádios e ginásios de esporte, onde tantas coisas pouco decorosas acontecem e são ditas? Não levamos nós o Santíssimo Sacramento para as praças e avenidas, onde acontecem injustiças e violência e prostituição? Para as cracolândias e outros locais, onde se profana a dignidade humana e o santo nome de Deus? Não foi para os pecadores que Jesus veio ao mundo? 
 
E sua Mãe Santíssima não iria com Ele a esses locais? E Jesus não entrou na casa de publicanos e pecadores, escandalizando fariseus e mestres da Lei? E não permitiu que uma mulher, conhecida de todos como pecadora, banhasse seus pés com as lágrimas, os beijasse e ungisse com perfume? E os católicos não poderiam honrar o nome de Deus, professar sua fé e prestar homenagem a Nossa Senhora também no sambódromo?”
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Eis o grande sofisma.

Quanta coragem Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo do Grande Estado de São Paulo, que coragem de publicamente criar tal falácia. Age como satanás que valendo-se de trechos das Sagradas Escrituras procurou tentar Cristo.

Sofisma para justificar e dar algum fundamento a profanação e sacrilégio que promove juntamente com os bispos da CNBB.

Daí São Pedro escrever:

“Tendo os olhos cheios de adultério, nunca param de pecar, iludem os incautos e têm o coração habituado à ganância. Malditos!  II São Pedro II, 14-15

Cristo veio sim para redimir e salvar os pecadores. Para os que se arrependem e que chorem aos seus pés os seus pecados. Para aqueles que abandonam a prostituição e todos os seus crimes. Aos fariseus, que também eram pecadores mas que não quiseram ouvi-Lo e nem se arrepender, dizia-lhes:

Ái de vós, escribas e fariseus hipócritas”
(São Mateus XXIII).“Serpentes e raça de víboras”
(São Mateus  XXIII, 33)“Sepulcros caiados” 
(São Mateus XXIII, 27)

E ainda os acusava de serem filhos do demônio e não filhos de Abraão;

 “Vós sois filhos do demônio e quereis fazer a vontade de vosso pai” (São João VII,44).

São filhos do demônio aqueles todos que querem fazer a vontade do diabo e não a vontade de Deus, sejam eles leigos, sacerdotes, bispos, cardeais ou até o Papa.
Não tem parte com Cristo, todos que assim como Judas, traem a Cristo, abandonando a sã doutrina, se entregando as novidades e aos prazeres deste mundo.

“Pois virá tempo em que os homens não suportarão a sã doutrina, mas desejosos de ouvir coisas agradáveis, cercar-se-ão de mestres segundo os seus desejos, e desviarão os ouvidos da verdade e se aplicarão às fábulas. II Timóteo 4:3,4

Caríssimos Católicos, não os ouçam, não os sigam.

“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” São Paulo aos Gálatas I, 8.

Que a Virgem Imaculada Conceição de Aparecida, abençoe os Católicos de todo o Brasil, e que estes tenham a sabedoria e força para se afastarem de bispos e cardeais carnavalescos, promotores do pecados e profanadores pertinazes.
Que abandonando estes sacerdotes infiéis sigam tão somente as recomendações de São Paulo, e que busquem bons sacerdotes que também as observem.

Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne. 
Porque os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis. Se, porém, vos deixais guiar pelo Espírito, não estais sob a lei. 

Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas vos previno, como já vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus! 

São Paulo aos Gálatas. V, 16-21

“Quanto à fornicação, à impureza, sob qualquer forma, ou à avareza, que disto nem se faça menção entre vós, como convém a santos.

Nada de obscenidades, de conversas tolas ou levianas, porque tais coisas não convêm; em vez disto, ações de graças.

Porque sabei-o bem: nenhum dissoluto, ou impuro, ou avarento – verdadeiros idólatras! – terá herança no Reino de Cristo e de Deus. E ninguém vos seduza com vãos discursos. Estes são os pecados que atraem a ira de Deus sobre os rebeldes. Não vos comprometais com eles.

Carta de São Paulo aos Efésios. V, 3-7

Não reine, pois, o pecado em vosso corpo mortal, de modo que obedeçais aos seus apetites. Nem ofereçais os vossos membros ao pecado, como instrumentos do mal

Oferecei-vos a Deus, como vivos, salvos da morte, para que os vossos membros sejam instrumentos do bem ao seu serviço.” 

Carta de São Paulo aos Romanos VI, 12-13

 
Congregação Mariana Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Cidade de Nossa Senhora da Vitória-ES, Terra de Santa Cruz/Brasil
18 de fevereiro de 2017.

Sobre o autor

Mateus