Artigos E Jesus ficou de fora..

Carnaval e Nossa Senhora, a Islamização do Brasil

Escrito por Mateus
Ao aceitarem que santos católicos fizessem parte do Carnaval formal das Escolas de Samba, a hierarquia católica permitiu a folclorização deles, ao mesmo pé dos deuses tupis e do candomblé: Nossa Senhora Aparecida está nas referências carnavalescas como Ogum, Iansã, Oxalá, Exu, Tupã, Jaci, Curupira e Saci-Pererê.
O problema é ocorre porque quando algo é folclorizado é porque já não tem penetração devocional: Na Sapucaí se fala mais de macumba que se faz nas encruzilhadas e nos terreiros, porque quase ninguém mais segue a Macumba como religião. O folclore vira um “Aquário”, um “Zoológico”, que conserva cuidadosamente espécies que não sobreviveriam em habitat natural. Tem graça falar de Curupira no Carnaval porque ninguém teme nem acredita mais no Curupira. De maneira análoga, o Cristianismo destruiu de vez as últimas crenças pagãs celtas ao permiti-las de maneira caricata na festa de véspera do dia de todos os Santos, All-Hallows-Eve. As bruxas não só não existem, como são satirizadas como folclore.
O que vimos na Avenida do Anhembi não foi um desrespeito, foi o atestado definitivo de óbito da Devoção à Nossa Senhora Aparecida no Brasil, indo para a mesma latrina em que foi a Umbanda e os cultos indígenas, pisada por Evangélicos hereges que apenas antecedem a Islamização do Brasil: O Sagrado Nome de Jesus será rapidamente jogado no esterco pelos neopentecostais quando se converterem definitivamente a Maomé e à deusa-Lua Allah. Já tem ocorrido e muçulmanos tem brotado de ex-evangélicos.
Ai, meus amigos, nem mais Carnaval haverá. Primeiro porque o Islã, cioso de seu domínio, não aceita folclorização. Segundo, porque Carnaval ainda é a véspera da Quaresma, um tempo cristão. Neste dia, a Sharia reinará na Terra de Santa Cruz, sem Sapucaí nem Anhembi, e diante de um povo tolo que desprezou a Santa Mãe de Deus os louvores subirão dos minaretes à Deusa Lua Allah e seu profeta.

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Mateus